barsanulfo – sinopse dao Livro OS SETE NIVEIS DE INTIMIDADE

SETE NÍVEIS DA INTIMIDADE, OS (ESGOTADO)

Matthew Kelly (mais do autor)
Matthew Kelly, 32 anos, nasceu em Sidney, na Austrália, mas vive atualmente em Cincinnatti, Estados …
“Dentro de cada um de nós existe uma história que precisa ser contada. Intimidade significa compartilhar nossa história. Compartilhar nossa história nos ajuda a lembrar quem somos, de onde viemos e o que é mais importante em nossa vida. Compartilhar nossa história nos mantém sãos.” – Matthew Kelly
Todos nós ansiamos por intimidade. Nós a queremos mais do que tudo, mas a evitamos e, muitas vezes, até fugimos dela. Bem lá no fundo a idéia de nos tornarmos íntimos de alguém nos assusta, porque para criar intimidade precisamos nos mostrar tal como somos, com nossos desejos e fraquezas. E isso nos amedronta.
Em Os sete níveis da intimidade, Matthew Kelly mostra como ir além de nossos medos para experimentar o poder da verdadeira intimidade.
Ao atingir cada um dos sete níveis descritos no livro, podemos entender e ganhar confiança em nossos parceiros e em nós mesmos, até sermos totalmente capazes de viver o amor, o comprometimento, a confiança e a felicidade que a intimidade nos traz.
Contando excelentes histórias tiradas da vida cotidiana, Kelly nos mostra que todos os relacionamentos oscilam diariamente entre os sete níveis da intimidade e, para que sejam bem-sucedidos, deve-se escolher amar. Você pode se surpreender com essa idéia, mas vai aprender neste livro que o amor é uma escolha.
Essa nova compreensão nos leva a estabelecer vínculos fortes e duradouros. Ao es…
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SINOPSE
“Dentro de cada um de nós existe uma história que precisa ser contada. Intimidade significa compartilhar nossa história. Compartilhar nossa história nos ajuda a lembrar quem somos, de onde viemos e o que é mais importante em nossa vida. Compartilhar nossa história nos mantém sãos.”

Matthew Kelly

Todos nós ansiamos por intimidade. Nós a queremos mais do que tudo, mas a evitamos e, muitas vezes, até fugimos dela. Bem lá no fundo a idéia de nos tornarmos íntimos de alguém nos assusta, porque para criar intimidade precisamos nos mostrar tal como somos, com nossos desejos e fraquezas. E isso nos amedronta.

Em Os sete níveis da intimidade, Matthew Kelly mostra como ir além de nossos medos para experimentar o poder da verdadeira intimidade.

Ao atingir cada um dos sete níveis descritos no livro, podemos entender e ganhar confiança em nossos parceiros e em nós mesmos, até sermos totalmente capazes de viver o amor, o comprometimento, a confiança e a felicidade que a intimidade nos traz.

Contando excelentes histórias tiradas da vida cotidiana, Kelly nos mostra que todos os relacionamentos oscilam diariamente entre os sete níveis da intimidade e, para que sejam bem-sucedidos, deve-se escolher amar. Você pode se surpreender com essa idéia, mas vai aprender neste livro que o amor é uma escolha.

Essa nova compreensão nos leva a estabelecer vínculos fortes e duradouros. Ao escolher amar, você será capaz de investir diariamente em seu companheiro, filhos e amigos, e poderá até mesmo encontrar o amor que sempre quis, aquele que vai ajudá-lo a tornar-se a melhor pessoa que você pode ser.
DADOS DO PRODUTO
título: OS SETE NIVEIS DA INTIMIDADE: A ARTE DE AMAR E A ALEGRIA DE SER AMADO
título original: THE SEVEN LEVELS OF INTIMACY
isbn: 9788575422991
idioma: Português
encadernação: Brochura
formato: 14 x 21
páginas: 221
ano de edição: 2007
ano copyright: 2005
edição: 1ª

autor: Matthew Kelly
tradutor: Fernanda Abreu
Quando você pensa na palavra ‘disciplina’, o que lhe vem à mente? Para muitos, disciplina faz lembrar um professor exigente, um pai ou mãe controladores. Tente deixar de lado essa ideia e pense na disciplina que um atleta adota livremente para obter o melhor de si mesmo. Ninguém pode torná-lo disciplinado. A disciplina é um presente que damos a nós mesmos.
Todos os aspectos do ser humano desabrocham com disciplina, e o mesmo acontece com os relacionamentos. A disciplina é o preço que a vida cobra pela felicidade. Novamente, não estou falando do prazer passageiro, e sim de felicidade duradoura. Você não pode ser feliz por um período longo se não tiver disciplina.
A disciplina é a estrada que leva à plenitude da vida.
Pense nos quatro aspectos do ser humano: físico, emocional, intelectual e espiritual. Quando nos alimentamos bem, nos exercitamos com frequência e temos uma rotina de sono regular, nos sentimos mais plenamente vivos fisicamente.
Quando amamos, quando damos prioridade aos relacionamentos significativos de nossas vidas, quando nos dedicamos a ajudar os outros em sua jornada, nos sentimos mais vivos intelectualmente. Quando entramos na escola do silêncio e nos postamos diante de Deus em oração, vivenciamos a vida mais plenamente do ponto de vista espiritual.
Cada uma dessas formas de vida mais plena requer disciplina.
Alimentar-se bem requer disciplina. Exercitar-se requer disciplina. Pensar nas necessidades dos outros antes das nossas requer disciplina. Tornar-nos as melhores pessoas que podemos ser exige escolhas, e as escolhas requerem disciplinas.
Você está desabrochando? Ou apenas sobrevivendo?
Quando nos sentimos mais plenamente vivos? Quando adotamos uma forma de disciplina. O ser humano desabrocha com a disciplina.
A disciplina é a chave da liberdade. É fácil ceder ao apelo dos prazeres momentâneos que este mundo oferece com tanta facilidade, mas todos os grandes homens e mulheres conhecem o valor de adiar as gratificações imediatas. Os heróis, líderes, campeões e santos que povoam os livros de história souberam adotar a disciplina muito bem.

Neste momento da história, o prazer e a gratificação imediata parecem ser os mestres da maioria das pessoas. Nós nos vemos escravizados e aprisionados por milhares de caprichos, anseios, vícios e apegos. Interiorizamos a ideia de que liberdade é a capacidade de fazer o que se quer, quando e onde se tem vontade, sem interferência de qualquer autoridade.
Mas liberdade não é a capacidade de se fazer o que se quer. Ser livre é ser capaz de escolher. Liberdade é a capacidade de escolher a cada momento o que é bom, verdadeiro, nobre e certo, para ir se tornando a melhor pessoa que você pode ser. Liberdade sem disciplina é impossível.
Mas a liberdade não é o centro da vida. Não. O amor é a essência da vida. O amor é a grande alegria da vida e sua maior lição. O amor é a única razão pela qual se dá a vida. Nós nos mantemos ocupados com tantas coisas e deixamos de lado, ignoramos, negligenciamos essa única e grandiosa tarefa. O amor é a principal e mais importante tarefa ― amar a si mesmo, esforçando-se para se tornar a melhor pessoa possível; amar os outros, incentivando-os em sua busca para se tornarem as melhores pessoas possíveis; e amar a Deus, tornando-se tudo aquilo que você foi criado para ser.
Para amar, porém, você precisa ser livre, pois amar é entregar-se a alguém ou a alguma coisa gratuitamente, de forma completa, incondicional e sem reservas. Mas, para se entregar ― a outra pessoa, a uma missão, a Deus ―, é preciso primeiro se conhecer e ser dono de si mesmo. A posse de si mesmo é a liberdade. Ela é um pré-requisito para o amor e só pode ser obtida por meio de disciplina.
É por isso que tão poucos relacionamentos florescem na nossa época. A própria natureza do amor exige a posse de si mesmo. Sem autocontrole e autodomínio, somos incapazes de amar e de nos entregarmos.
O problema é que não queremos disciplina. Queremos que alguém nos diga que podemos ser felizes sem disciplina. Mas é impossível. Na verdade, se você quiser medir seu nível de felicidade, meça o nível de disciplina em sua vida. Os dois estão diretamente relacionados.
Cada passo em direção a melhor pessoa que podemos ser requer disciplina. (…)
Se não houver disciplina, não há amor.
Reproduzido das pp. 53-55 do livro “Os Sete Níveis da Intimidade”, de Matthew Kelly, Ed. Sextante, RJ, 2007, 221 pp.

Dentro de cada um de nós existe uma história que precisa ser contada. Intimidade, pois, significa compartilhar nossa história. Isso nos ajuda a lembrar quem realmente somos, de onde viemos e o que é mais importante em nossa vida. Compartilhar nossa história nos mantém sãos.

do livro “Os Sete Níveis da Intimidade”
Matthew Kelly
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Abrace o mistério

Temos horror da incerteza e desperdiçamos quantidades enormes de tempo e energia tentando criar a ilusão de segurança, de controlar o incontrolável. Amaldiçoamos o inesperado, porque ele atrapalha nossos planos, e não nos damos conta de que, com freqüência, ele traz consigo justamente o desafio de que precisamos naquele momento para mudar e evoluir.

Da mesma forma, não temos paciência com o mistério. Se não podemos resolver ou provar alguma coisa, nós a ignoramos ou a desacreditamos, como se assim aquilo deixasse de ser real.

Contudo, “a vida não é um problema para ser resolvido, é um mistério para ser vivido”, como escreveu Kierkegaard. Todas as pessoas e as verdades que nos rodeiam são mistérios a serem simplesmente aceitos, incentivados, vivenciados e desfrutados. O mesmo acontece com os relacionamentos.

Os melhores participantes do mistério que chamamos “relacionamento” parecem ser as pessoas que não precisam entender tudo, que não estão querendo provar nada, apenas conhecer. São as pessoas humildes o suficiente para aceitar quando estão erradas, que não têm interesses disfarçados, que não têm pressa, que não se vangloriam quando as coisas dão certo nem transferem a culpa quando dão errado. Essas são as almas raras que conseguem manter os braços bem abertos e abraçar plenamente o mistério da vida, o mistério de amar e alegria de serem amadas.

É assim que uma árvore com raízes fortes é capaz de resistir a qualquer tempestade. Comece hoje a reforçar as raízes de seus relacionamentos. Gratidão, respeito e disciplina são três poderosas maneiras de firma-los e alimenta-los. Mas lembre-se também que mesmo as árvores mais fortes balançam quando o vento sopra. Preveja as inevitáveis incertezas, encontre lições no inesperado. As crises vêm para ajudar você em sua busca de crescimento.

Do livro: “Os sete níveis da intimidade”
Matthew Kelly
Fico abismado quando vejo como as pessoas escolhem suas prioridades. Para a grande maioria, o carro é mais importante que a casa; a casa é mais importante que a família; a família é mais importante que Deus e, geralmente, a carreira e o trabalho são mais importantes que tudo, inclusive que a própria saúde.

Contudo, é preciso que se saiba que a vida não é sobre quantos carros você tem, o tamanho da sua casa, a amplitude do seu patrimônio ou o cargo que ocupa na empresa. O grande tema da vida é o amor. É quem você ama e quem magoou. É como você ama e magoa as pessoas próximas a você.
Matthew Kelly

A Arte da Correção

Certo dia eu andava com meu irmão Mark pelo supermercado em que ele era gerente. Ao passar por um dos corredores, vimos um adolescente que repunha mercadorias em uma prateleira. Meu irmão parou, olhou para ele, depois virou-se para mim e disse: “Me dá licença um instante, Matthew. Será que você poderia me esperar no final do corredor?”

Enquanto eu me afastava, ouvi Mark dizer ao rapaz, de forma tranqüila, que ele não estava enchendo corretamente a prateleira. Meu irmão se ajoelhou no chão do corredor, esvaziou a prateleira e demonstrou como enche-la corretamente. O tempo todo dizia coisas como “Não se preocupe, sei que você está começando”e “Um dia alguém também precisou me mostrar como fazer isso”. Depois, Mark pediu ao rapaz para encher a outra metade do espaço da forma como ele havia acabado de ensinar. Antes de nos afastarmos, meu irmão perguntou ainda ao adolescente como ele estava se saindo na escola, que time ele achava que iria ganhar o campeonato de futebol daquele ano e como estava sua família.

Aprendi uma poderosa lição naquele dia. Mark é um mestre para lidar com pessoas; sua paciência é rara e extremamente preciosa. A observação que ele fez ao rapaz não foi um julgamento, nem pareceu uma crítica. Ele poderia ter simplesmente passado dizendo “Isto está péssimo!” ou “Você é ignorante? Está fazendo tudo errado!”. Teria sido extremamente destrutivo; Mark decidiu estimular o funcionário a fazer melhor, em vez de humilha-lo. Precisou desmontar uma parte do trabalho, mas não precisou desconcertar o rapaz.

Existe, pois, uma diferença entre correção e crítica. Mark decidiu corrigir seu funcionário de uma forma instrutiva, lembrando-lhe que todos nós precisamos que alguém nos ensine como fazer. E me pediu para esperar a uma certa distância porque “nunca se deve corrigir um empregado na frente de outra pessoa, pois isso fere a sua auto-estima”. Mark usou a correção para estabelecer um vínculo com seu empregado, interessando-se por aspectos da vida dele.

A arte de corrigir as pessoas sem criar batalha de egos é uma ferramenta valiosíssima nos relacionamentos.

Do livro “Os sete níveis da intimidade”
Matthew Kelly
Se não estivermos dispostos a superar o medo da rejeição, sempre nos sentiremos sós. […] Por não querermos assumir os riscos da intimidade, tentamos preencher o vazio criado pela falta dela em nossas vidas. Daí nascem os vícios. Se não alimentarmos de forma saudável o poço sem fundo criado pela ausência de intimidade, acabamos alimentando-o de formas autodestrutivas.

Alguns tentam preencher o vazio com álcool; uns com compras; outros com drogas. Muitos irão preenche-lo com uma série interminável de relacionamentos fúteis e de curta duração, e um número cada vez maior de pessoas tenta preencher o vazio com experiências sexuais. O resultado é um vazio cada vez maior. Todos esses vícios são apenas tentativas pouco saudáveis de preencher o vazio criado pela falta da intimidade verdadeira.

Os vícios são, portanto, alguns dos mais poderosos enganos que podemos vivenciar. Os vícios nos desconectam da realidade. Então, por que nos atraem com tanta força? Por uma razão incrivelmente simples: eles mudam o modo como pensamos sobre nós mesmos. Enquanto a intimidade nos leva à partilha com os outros, os vícios nos empurram cada vez mais em direção à solidão de nossos mundos imaginários. Eles mantém viva a ilusão de que somos o centro do universo.

A intimidade genuína nos liberta da solidão, mas, quando fugimos da intimidade, muitas vezes acabamos escravizados pelos vícios

Do livro “Os Sete Níveis da Intimidade”
Julgamentos precipitados

Um dia eu estava conversando com amigos numa sorveteria, quando uma mulher com quatro crianças entrou na loja. As crianças fizeram uma algazarra, gritando, berrando e provocando uma confusão generalizada. O que mais me chocou foi ver a mãe completamente alheia à perturbação que os filhos estavam causando. Por fim, não consegui me conter. Levantei-me, fui até onde ela estava sentada e falei: “A senhora não acha que deveria pelo menos tentar controlar seus filhos?” Ela ergueu os olhos esgazeados para mim, depois olhou para as crianças e disse: “Me desculpe. Acabamos de sair do hospital. Meu marido morreu uma hora atrás e eu trouxe as crianças aqui porque não sabia o que fazer.”

Como você acha que eu me senti? Somos muito rápidos para julgar pessoas e situações. E nós as julgamos a partir de nosso ponto de vista, com base na nossa experiência de vida. Tudo parece diferente dependendo do prisma pelo qual se está olhando.

É fácil criar o hábito de julgar. Um diálogo interno baseado em julgamentos não cria nada, a não ser inquietação e insatisfação. Um diálogo externo baseado em julgamentos destrói a comunicação honesta e aberta, porque ninguém quer ficar vulnerável diante de alguém que está sempre julgando.

Durante as próximas 24 horas, tente não julgar ninguém nem qualquer situação. Dê às pessoas o benefício da dúvida. Procure ver a situação do ponto de vista delas. Pratique o não-julgamento, ele incentiva a comunicação aberta e honesta, e gera intimidade.

O julgamento é um dos venenos mais capazes de matar os relacionamentos. Comece cada dia com a afirmação “Eu hoje não vou julgar nada nem ninguém”. Quando tentei fazer esse exercício pela primeira vez, fiquei atônito e encabulado com a quantidade de julgamentos que surgem na minha mente ao longo do dia. Se você é assim, repita a cada hora, sem exceção: “Durante a próxima hora, não vou julgar nada nem ninguém”. O caminho para a intimidade está completamente fechado para quem não se dispuser ao não-julgamento.

Do livro “Os sete níveis da intimidade”
Matthew Kelly
As Três Verdades

Há três Verdades que são absolutas e não podem ser perdidas, mas podem permanecer em silêncio por falta de quem as expresse:

A alma do homem é imortal, e o seu futuro é o futuro de algo cujo crescimento e esplendor não têm limites.

O princípio que dá vida habita em nós e fora de nós. Ele é imortal e eternamente benéfico, não é ouvido, nem visto, nem sentido pelo olfato, mas é percebido pelo homem que deseja a percepção.

Cada homem é o seu próprio absoluto legislador, produzindo para si glória ou trevas; é o decretador de sua vida, da sua recompensa, da sua punição.

Estas verdades, que são grandes como a própria vida, são tão simples como a mais simples das mentes humanas. Alimenta com elas os famintos.

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